Como funciona

Do polígono ao registro público

Um processo desenhado para ser auditável de ponta a ponta — do cadastro à verificação pública. Cada etapa deixa um evento encadeado que qualquer pessoa pode conferir depois.

Percurso

Cinco etapas, nenhuma delas silenciosa

A ordem importa: nada entra no registro público sem passar por uma análise que o próprio autor não pode fazer.

  1. 01

    Cadastro da área

    O provedor desenha o polígono da área no mapa. A geometria é validada no servidor (PostGIS): anel fechado, dentro do território, área plausível e sem sobreposição com áreas já registradas.

  2. 02

    Documentação

    Documentos comprobatórios (matrícula, memorial descritivo, laudos) são anexados. Cada arquivo é endereçado pelo seu hash SHA-256 — prova de integridade registrada na custódia.

  3. 03

    Análise independente

    A área é submetida para análise. Por separação de funções, quem valida nunca é quem cadastrou: a verificação é independente.

  4. 04

    Validação e publicação

    Validada a geometria e a documentação, a área entra no registro público. Cada transição gera um evento imutável na cadeia de custódia.

  5. 05

    Verificação pública

    Qualquer pessoa pode verificar uma área por ID: confere a geometria, os documentos por hash e a integridade da cadeia de ponta a ponta.

A conferência descrita aqui é geoespacial e documental: o sistema checa a geometria, a integridade de cada arquivo pelo hash e a sequência da cadeia. O julgamento técnico do mérito continua sendo trabalho do verificador — o software garante que esse trabalho deixe rastro, não que ele seja dispensável.

Ver na prática

Explore as áreas já validadas ou confira uma área pelo seu identificador, evento a evento.